Sempre fui uma criança e adolescente que deu um certo trabalho. Quando era bebê, chorava tanto que minha família achava que eu tinha algum encosto espiritual. Depois, na adolescência, tudo me afetava de forma muito intensa. Por não saber lidar com cada sentimento que surgia, eu estourava, explodia com raiva justamente com quem eu mais…

Sempre imaginei a vida como um jogo de tabuleiro. Jogo da vida, literalmente. Imaginava seguindo com os peões, enfrentando obstáculos, voltando casas e avançando outras. Mesmo diante de todo percalço, ao final, na linha de chegada, tudo se resolvia. Todo o desgaste era compensado com o “pote de ouro” na chegada. A felicidade estava lá…